Sobre Nós













Instituição

O SIFAP – Sindicato Nacional dos Profissionais de Farmácia e Paramédicos é a associação de todos os trabalhadores que exercem a sua actividade dentro do âmbito do mesmo, sem distinção de opiniões politicas, filosóficas e religiosas, e tem por fim defender os seus interesses morais e materiais, económicos e profissionais, quer considerados individualmente, quer a nível dos interesses colectivos das respectivas classes profissionais.

O actual SIFAP foi constituído em 22/02/1934, com a designação de Sindicato Nacional dos Ajudantes de Farmácia do Distrito de Lisboa e absorveu então alguma estrutura representativa dos então designados ajudantes de farmácia (profissionais que nos termos da legislação farmacêutica desempenhavam actos farmacêuticos sob a responsabilidade do director técnico) que vinha do princípio do século e que era a Associação dos Empregados de Farmácia a qual herdou a estrutura da primeira organização sindical da classe - Sindicato dos Empregados de Farmácia da Região Sul - fundado em 02/06/1912. Esta associação desempenhou na época um papel importante na instituição de um horário de trabalho para os trabalhadores de farmácia, com limite às 19 horas e descanso semanal ao Domingo.

Mais tarde foi-lhe acrescentada a designação de Ofícios Correlativos e passou a âmbito regional, representando para além dos ajudantes de farmácia também os preparadores e os manipuladores da Industria Farmacêutica.

Em 12/11/1952 por despacho do então Ministro das Corporações foi obrigado a integrar também preparadores de análises clínicas.

Após o 25 de Abril modificou os seus Estatutos e assumiu somente representação estatutária dos profissionais de farmácia da carreira de ajudante-técnico e passou a designar-se Sindicato dos Ajudantes da Farmácia do Sul e Ilhas com âmbito geográfico de todo o Sul e Centro até, inclusive, os Distritos de Leiria e Castelo Branco e ainda as actuais Regiões Autónomas.

Com a evolução do sindicalismo em Portugal para a verticalização e tendo ainda em atenção que os preparadores de análises clínicas continuarem integrados foi, em 01/12/1989 encetado um processo de revisão estatutária que significou o alargamento da representatividade em termos geográficos, para nacional e para vertical/profissional, incluindo os licenciados, quer de farmácia, quer de todo o sector designado como dos meios complementares de Diagnóstico e Terapêutica (Análises Clínicas, Radiologia, Fisioterapia, etc.) estes vulgarmente designados por Paramédicos. Daí a designação de profissionais de Farmácia e Paramédicos.

O SIFAP, com características de vertical/profissional, assumindo o papel reivindicativo e de defesa dos interesses dos trabalhadores em geral (para o que colabora com as estruturas superiores de movimento sindical, integrando as suas acções de luta e intervenção institucional) e em particular dos seus associados, herdou no entanto uma filosofia de defesa dos interesses profissionais da classe dos chamados ajudantes-técnicos de farmácia a qual se foi estendendo à mais vasta, da qual também faz parte dos profissionais de diagnóstico e terapêutica onde na Administração Pública os antigos ajudantes hoje integram a respectiva carreira com Técnicos de Farmácia.

Nesta qualidade tem intervido sempre com empenho em tudo o que se refere à legislação que rege o sector de Farmácia de Oficina e na política governamental para a Saúde, assim como em todo o sector de todo o sector de diagnóstico e terapêutica da âmbito da Administração Pública (Centros de Saúde, Hospitais Públicos, etc.) e todo o sector privado da saúde.

Lançou o Projecto de Regulamentação do Curso de Técnicos de Farmácia tendo fundado o primeiro Polo de Formação de Jovens em regime de Alternância que formou os primeiros jovens diplomados, como colaboradores técnicos do farmacêutico, a exercerem nas farmácias portuguesas. Conseguiu que, pela primeira vez em Portugal fosse publicado em Diário da Republica de 29/11/1994 um regulamento para um Curso de nível III do regime de Formação para Técnico Colaborador de Farmacêutico, e posteriormente o Decreto-Lei n.º 320/99 que contempla a regulamentação dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica dos sectores público, privado, cooperativo, misericórdias e IPSS.

Edita um Curso de Aperfeiçoamento para pessoal colaborador técnico de farmácia por correspondência para os seus associados e tem encetado acções de aperfeiçoamento profissional no âmbito de programas de apoio do Fundo Social Europeu.

Tem um projecto através de um Fundo de Solidariedade que constituiu, de criação de uma Casa de Repouso para os seus associados reformados.

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